Butão


Durante o ano de 2014, muitas coisas aconteceram no Butão, no que se refere à perseguição religiosa. Em março, dois pastores foram detidos e libertados sob fiança sete semanas mais tarde, sem acusações formais. Em setembro do mesmo ano, eles foram condenados: um a quatro anos; e outro há dois anos e quatro meses. Segundo a justiça, o crime foi o de angariar fundos para uso pessoal.  A família entrou com recurso e também passou a ser perseguida pela justiça e autoridades locais.
Ocasionalmente, os cristãos são presos, torturados e espancados e, muitas vezes, são psicologicamente torturados.
Desde 2001, o país vive uma monarquia que não chegou a ser derrubada pelas eleições em 2008. Com o fim do mandato do primeiro-ministro, em 2013 foi realizada outra eleição, com a vitória surpreendente da oposição. Tanto situação como oposição são leais ao rei e, por isso, não foram realizadas grandes mudanças desde então. Como ambas as partes têm opiniões semelhantes em relação ao lugar do budismo no país, não há mudanças positivas para as minorias cristãs virá a partir deste lado.
Em entrevista à TV do Butão, o primeiro-ministro Jigme Thinley afirmou que a cultura democrática tem, gradualmente, criado raízes no país. Mas, na mesma entrevista, ele negou o direito da minoria cristã de testemunhar sobre sua fé. Expressando uma crença comum, ele disse que não há razão para que os cristãos induzam outros a juntar-se a sua religião. Assim, o Parlamento promulgou uma lei anticonversão, forçando os cristãos a negar sua fé ou não mais testemunhar de Cristo, alegando que eles dão dinheiro ou forçam as pessoas a se converterem.
Em detrimento de toda essa perseguição, a fé desses cristãos continua inabalável.


Bandeira: Bhutan
Região: Centro-Sul da Ásia
Líder: Rei Jigme Khesar Namgyel WANGCHUCK
População: 733,64 mil
Cristãos: *
Religião: Budismo 75%, hinduísmo 25%
Governo: Monarquia constitucional
Última atualização em 7/1/2015
Fonte Portas Abertas

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