quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

ESTUDO - O LIVRO DE ISAÍAS ( PARTE 3)



A promessa do Emanuel


Portanto o Senhor mesmo vos dará (a vós, casa de Davi, e rei Acaz) um sinal: eis que uma donzela conceberá e dará á luz um filho, e pôr-lhe-á o nome de Emanuel. Ele comerá manteiga e mel, quando Souber rejeitar o mal e escolher o bem. Pois antes, Será desolada a terra, ante cujos dois reis tu (Acaz), tremes de medo” (Is 7.14-16).
 Sabendo que em Mateus 1:21-25 que o cumprimento dessa profecia deu-se com o nascimento de Cristo. Porém parte dessa profecia se cumpriu no tempo de Acaz para cumprir a palavra e a veracidade do profeta.

Nascimento e reinado do Príncipe da Paz ( Is 9: 1-7)


A casa de Davi representada por príncipe infiel e a apostata na pessoa de Acaz, seus inimigos tramaram a destruição dela. Isaías proclama que ainda é proposito de Deus restabelecer seu reino no meio de um descendente de Davi.
O Nome desse Príncipe declara ser maravilhosa, e proclama Ele ser de maneira extraordinária e misteriosa o representante de Jeová. Seu advento é futuro mas é certo:

“O zelo do Senhor dos exércitos cumprirá isto” (Is 9.7).
 Em outra profecia de (Is 11:1) descreve o carácter deste Rei e o seu governo. O Espirito de Jeová sobre tudo descansará sobre Ele. A paz do Paraiso será restaurada à natureza ( Is 11:1-9).

Sião Inviolável


Outras profecias de Isaías é referente a Sião que era ameaçada de destruição, mas o profeta assevera a sua permanência, políticos mundanos tramaram uma aliança com o Egito uma politica sem fé e fatal, contra essa politica está a pedra provada, a pedra de esquina que Jeová colocou em Sião.
 Jeová colocou os alicerces em Sião do seu reino mas o edifício precisa ser levantado com o julgamento e a justiça. A fé uma condição tranquila em meio ao perigo ( Is 28:16).
 

Esta profecia é repetida em Salmos 118.22: “A pedra que os edificadores rejeitaram tem-se tornado a principal da esquina”. Tem seu cumprimento em Cristo, como a incorporação pessoal do propósito divino, o fundamento do reino de Deus na Igreja (Mt 21.42; At 4.11; Rm 9.33; lPe 2.6).


AS Nações


As profecias contra as nações são ameaçadas de juizo proposito firmado em (Is 2:2; 11:10) aparece em vários trechos.
Mas as profecias atinge seu auge quando Isaías profetiza a reconcilação do Egito, com a Assíria e com Israel e um com outro sendo Israel vitíma dos ambos, o vinculo que os une.
 

“Será conhecido Jeová pelo Egito, e os egípcios conhecerão a Jeová naquele dia. Eles servirão com sacrifícios e ofertas, farão votos a Jeová e os cumprirão... Naquele dia haverá estrada do Egito para a Assíria. Entrará o assírio no Egito e o egípcio na Assíria; e os egípcios servirão com os assírios. Naquele dia será Israel o terceiro com o Egito e com a Assíria, uma benção no meio da terra” (Is 19.21-24).

Estas nações representam as nações do mundo as suas reconciliações representam as incorporações dos inimigos do reino de Deus, estas predições não pode se cumprir literalmente porque estas nações já deixaram de existir mas será realizada na paz mundial (no Milênio) que é a esperança de todos os povos.

Cumprimento das profecias

As profecias de Isaías receberam um notável, embora incompleto cumprimento durante a vida dele, o juízo caiu sobre Judá e a aliança em a Síria e Israel fracassou.
A Assíria provou ser o maior inimigo do povo de Jeová, mas não podia dar um passo além do que o Deus permitirá. Quando ela ameaçou a existência do seu povo, Deus interveio como Isaías havia predito, a libertação de Jerusalém das mãos de Senaqueribe foi grande a demonstração do poder de Jeová entre o povo isso demonstrava que o Santo de Israel esta no meio do seu povo.
 Parece ter antecipado o Reino do Messias e a regeneração do povo durante sua vida. O propósito divino foi revelado mas o tempo em que lhe ocorreria não foi revelado, ele os avistou de tão longe que lhe parecia bem próximo e isso não nos surpreende.
 

Se os discípulos de Cristo, no momento crítico, quando Ele ia deixá-los, foram advertidos de que não lhes competia saber os tempos ou as épocas “E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder” (At 1.7), não é de estranhar que esse conhecimento fosse vedado aos profetas do Antigo Testamento. Eles “inquiriram e indagaram... que tempo ou que ocasião de tempo o Espírito de Cristo, que estava neles indicava”, e foi-lhes revelado, algumas vezes pelo curso dos acontecimentos interpretados por esse Espírito, outras vezes, sem dúvida, pelo ensino desse mesmo Espírito, que as suas profecias não foram para eles, mas uma futura geração “da qual salvação inquiriram e trataram diligentemente os profetas que profetizaram da graça que vos foi dada (lPe 1.10 etc.).


/Alef da Silva

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